E a minha estréia como ilustrador de livro infantil, começa com lançamento desse em 10 de junho agora.
Trata-se de: O Reino do Aqui-Pode, uma história simples e deliciosa escrita por Alexandre Azevedo que tem mais de 70 livros publicados. Esse faz parte da coleção Rima que Anima da Editora Imperial Novo Milênio sob a batuta da doce Susi. Na ocasião que ilustrei, estava no meio de um tornado de situações rocambolescas envolvendo chuvas recordes, computadores queimando, amigos problemáticos (e mais)e onde tive de abrir mão de uma coisa chamada sono e do contato com pessoas que amo verdadeiramente pra poder dar conta do compromisso.
Clique pra; Programação do Salão do Livro no Rio
Comprar o livro (excelente preço,totalmente em cores e grande: 21cm)
Ver os outros lançamentos inluindo o da coleção Rima que Anima
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Ícone de volta: Teatro Municipal
A coisa que mais se vê em páginas pessoais é "tem tempo que não posto" seguido de uma explicação esquecível. Aqui vai a minha: sou ilustrador e trabalho pacas. A verdade é que ocorreram coisas dignas de posts sim, mas não deu. Bom, estou me sentindo um tanto turista em meu próprio estado e fico tirando fotos do centro da cidade. Eu tenho mesmo uma coisa com o centro da cidade. Meu primeiro emprego foi lá aos 16 e apenas após deixar o emprego (que era bom) é que pude curtir o centro do Rio. Antes eu o tinha como lugar de obrigação, nunca de lazer. Tirada toda essa carga, você percebe que é um lugar riquíssimo de sensações que flertam com cultura tantas vezes. E tenho boas memórias dali. Muitas namoradas. Duas em especial que associo com cheiro de pipoca doce e a memória de cinemas que não estão mais lá... que pena.
Você dá uma queda pela 13 de maio e topa com a surpresa da reforma do Teatro Municipal. A limpeza e o dourado rico dos ornamentos. Fulgurante e convidativo. Na escada tem uns gaiatos que oferecem ingressos pra espetáculos e tal, gostam de citar o nome da Fernanda Montenegro. Eles achavam que eu não era do Rio (minha dicção alienígena imprime um sotaque como do Sul sei lá), o fato é que os ingressos oferecidos eram falsos. Não caia nessa. Fotos de dentro do teatro num futuro próximo...
Você dá uma queda pela 13 de maio e topa com a surpresa da reforma do Teatro Municipal. A limpeza e o dourado rico dos ornamentos. Fulgurante e convidativo. Na escada tem uns gaiatos que oferecem ingressos pra espetáculos e tal, gostam de citar o nome da Fernanda Montenegro. Eles achavam que eu não era do Rio (minha dicção alienígena imprime um sotaque como do Sul sei lá), o fato é que os ingressos oferecidos eram falsos. Não caia nessa. Fotos de dentro do teatro num futuro próximo...
domingo, 21 de fevereiro de 2010
50 graus indo embora... será?
O horrível calor exacerbado parece estar deixando o Rio. Que pena.... era pra ter ido há mais tempo!
Vamos naquela economia pras contas altas.
Mas há coisas boas que a gente pode aproveitar. A praia com amigos e/ou uma belíssima companhia como a modelo ao lado. Desenhei e pincelei no photoshop em tons simulando aguada. Não ficou a altura da beleza dela, mas dá pra ter uma sugestão. Coisas boas da vida no verão.
Pão de açucar science fiction!
Caramba, não sabia que o Pão de Açucar estava usando uma nave auxiliar da Enterprise no lugar do bondinho. Ficou legal. Agora é observar os passageiros com orelha pontuda. Será que rola encontrar T'pal de biquine na praia da Urca? isso seria uma excelente lógica. "As necessidades de um, superam as necessidades de muitos" já dizia o Kirk. (Ok, só fãs entenderam).
Vale parar pra ler: Desperdício da natureza
Meu pai se incomodava com uma coisa engraçada: mosquitos. Claro, todo mundo se incomoda com mosquitos. Mas ele ia além: achava que a natureza tinha propósitos inteligentes e deveria haver uma utilidade pra pernilongos e afins que ele não conseguia saber qual é.
Eu penso diferente. Não acredito que haja uma consciência inteligente na fabricação das coisas e sou mesmo é a favor da extinção de algumas formas de vida. Mosquitos inclusos.
Tal qual o zumbido de mosquito, uma das coisas que me incomoda bastante são as músicas do Jorge Vercilo. Não tenho nada contra o próprio. Na verdade tenho pessoas próximas que prezo demais que são fãs agudos desse anh... músico. E um amigo que até jogou bola com ele. Mas na boa: detesto todas as músicas a que tive o desprazer de conhecer. Voz ruim, uma variação pior de Djavan, melodia pobre e redundante. E o pior de tudo são as composições: misericórdia galáctica! as letras são qualquer coisa de constrangedor. Sinto vergonha quando escuto e procuro ouvir qualquer outro barulho: chapinha arrastando no chão, cachorro latindo, criança chorando, carro derrapando, explosão, tiroteio, invasão extraterrestre... o que minimizar o desconforto serve. Não sou o único a se sentir agredido (afinal nem sempre temos um fone de ouvido à mão) e entrei pra comunidade no orkut: Eu Odeio Jorge Vercilo. Lá nos vingamos um pouquinho destrinchando as brilhantes "letras" dele. E o próprio deve saber disso e nem se incomoda, afinal "ele não tá nem aí, ele quer é ser feliz"... Daí um belo dia abro meu orkut e encontro essa pérola (clique na imagem pra ampliar):
Claro que já bloqueei e denunciei o cidadão. É o nono ataque ao meu orkut e eu sempre ignorei (os anteriores foram de religiosos). Mas é o primeiro feito por um vercilete e decidi postar aqui dado à natureza tão gratuita. De cerca de 30 palavras (fui legal e contei artigo), o vercilete escreveu 17 erradas. Me chamou de emo (deve ser o meu cabelo na testa) viadinho (!) eu?? (deixo as mulheres comentarem isso), que fica ouvindo aquelas porcarias (verdade, quando toca Vercilo nem sempre eu tenho algo a mão que tape os ouvidos). E finalmente; que eu não tenho cultura. Não, não tenho... apenas vivo disso.
Eu fui no orkut do vercilete, vi as fotos, umas coisas que nem vou entrar em detalhes. Só posso garantir que ri bastante. Mas volto a teoria dos mosquitos. Muita coisa nesse mundo não tem mesmo utilidade e aqui está a prova. A natureza desperdiça energia com bactérias, vírus e algumas coisas que andam, falam, mas não possuem in loco a capacidade de pensamento. Poderiam servir de adubo, mas estão aí ocupando espaço.
Eu penso diferente. Não acredito que haja uma consciência inteligente na fabricação das coisas e sou mesmo é a favor da extinção de algumas formas de vida. Mosquitos inclusos.
Tal qual o zumbido de mosquito, uma das coisas que me incomoda bastante são as músicas do Jorge Vercilo. Não tenho nada contra o próprio. Na verdade tenho pessoas próximas que prezo demais que são fãs agudos desse anh... músico. E um amigo que até jogou bola com ele. Mas na boa: detesto todas as músicas a que tive o desprazer de conhecer. Voz ruim, uma variação pior de Djavan, melodia pobre e redundante. E o pior de tudo são as composições: misericórdia galáctica! as letras são qualquer coisa de constrangedor. Sinto vergonha quando escuto e procuro ouvir qualquer outro barulho: chapinha arrastando no chão, cachorro latindo, criança chorando, carro derrapando, explosão, tiroteio, invasão extraterrestre... o que minimizar o desconforto serve. Não sou o único a se sentir agredido (afinal nem sempre temos um fone de ouvido à mão) e entrei pra comunidade no orkut: Eu Odeio Jorge Vercilo. Lá nos vingamos um pouquinho destrinchando as brilhantes "letras" dele. E o próprio deve saber disso e nem se incomoda, afinal "ele não tá nem aí, ele quer é ser feliz"... Daí um belo dia abro meu orkut e encontro essa pérola (clique na imagem pra ampliar):
Eu fui no orkut do vercilete, vi as fotos, umas coisas que nem vou entrar em detalhes. Só posso garantir que ri bastante. Mas volto a teoria dos mosquitos. Muita coisa nesse mundo não tem mesmo utilidade e aqui está a prova. A natureza desperdiça energia com bactérias, vírus e algumas coisas que andam, falam, mas não possuem in loco a capacidade de pensamento. Poderiam servir de adubo, mas estão aí ocupando espaço.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Grandes Veleiros
Fui com amigos à exposição Grandes Veleiros no Pier da Pça Mauá e deixo aqui essas fotos um tanto night and day. Quem eu realmente gostaria que fosse comigo, não foi. Minha vingança é que tenho certeza de que está vendo essas fotos e o que quer que estivesse fazendo no momento... ah... deve ter se "divertido" à beça. Claro que enquanto estivemos lá, lembramos do encouraçado espacial Yamato. Mas só a gente entendeu... em parte um grande conhecimento de animação! Em parte é da idade mesmo...
Fotos: Urbano
Rio 50 Graus
Foto: Urbano.
A Terra está em rota de colisão com o sol. Essa é a explicação mais sensata do porque estamos sendo torrados aqui no Rio enquanto São Paulo se transforma num aquário pra pessoas. Juntei meu grupo de nerds (nerds dificilmente vão à praia, por isso o grupo foi pequeno) em uma multiequipe formada de conhecimentos sólidos de Marvel e DC e fomos ver o que poderíamos fazer para salvar o planeta. Enquanto piso na areia lembro o quanto aquilo parecia o início do Planetas dos Macacos original. Não conseguimos ao fim do dia uma solução pra salvar o hemisfério sul do churrasco cósmico. Mas contamos as mulheres gostosas: 5. Apenas 5 entre milhares foi o que nossos sensores registraram. Havia um desfile impressionante de celulites na paisagem humana. Realmente o fim se aproxima.
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